6 maneiras de fazer a mesma coisa, o que é considerado boas práticas?

As vezes tem tantas maneiras diferentes de fazer o mesmo código que nós ficamos na dúvida quanto a qual maneira usar. O que seria considerado "boa prática" pela comunidade e o que sua equipe entenderia melhor. Suponhamos que você esteja trabalhando dentro de um método de um Domain Service chamado UmDomainServiceChique(objetoDoDominio) que será chamado por uma API.Você tem uma regra de negócio chique para ser verificada que por enquanto chamarei de VerificaMinhaRegraChiqueComplexa().Você chama UmDomainServiceChique(objetoDoDominio) e caso VerificaMinhaRegraChiqueComplexa() retorne true você vai querer que UmDomainServiceChique faça o que tem que fazer e a api retornar Ok 200, caso contrário você quer que a API responda um erro qualquer, tipo BadRequest, e retornar uma mensagem dizendo que VerificaMinhaRegraChiqueComplexa deu ruim. Eu vejo 6 maneiras de fazer isso, gostaria de saber a opinião de outrs devs sobre qual seria a maneira menos gambiarrística de fazer:1) se Ver…

idg now as vezes faz umas matérias bobas, com cara de década de 80

Primeiro leia a matéria. http://idgnow.uol.com.br/blog/plural/2010/07/12/o-lado-obscuro-das-midias-sociais/

Essa foi só mais uma das várias babaquices que rolou hoje, 12/07/2010. Sei lá. As vezes o idg now parece que é o melhor canal para notícias de TI imparciais, e as vezes parece que apela para o fanatismo e sensacionalismo do senso cumum.

Acredito que quando eram pouquíssimas as pessoas que tinham acesso a internet e a redes sociais o cenário era outro. Expor informações pessoais dessas pessoas geraria um risco de sequestro mais pelo fato de que quem tinha acesso a internet era a elite. 
Agora, com tantas pessoas acessando a internet, o risco de um estuprador ou sequestrador escolher você dentre tantos usuários é o mesmo de ele escolher você dentre tantos transeuntes na praça da Sé.
Qualquer bandido pode descobrir seu endereço, exatamente onde você mora, e se você tem filhos e onde eles estudam e como molestá-los simplesmente por dar algumas voltas no seu quarteirão e observar os horários que  você entra ou sai. 
Mais uma vez o bom senso fala mais alto. Para um usuário que é freelance, como um web designer, é importante que ele divulgue sim o que faz, como faz, com o que trabalha, onde trabalha. O risco é o mesmo de ele ter um pequeno comércio, digamos, uma lojinha, com a porta aberta o dia inteiro. Quem entrar pode ser cliente ou pode ser assaltante, mas creio que o retorno financeiro possa compensar o risco.
Se quem acessa as redes sociais é um blogueiro profissional, jornalista, colunista, escritor, cronista ou fotógrafo, mais importante do que o dinheiro é o próprio feedback e reconhecimento da comunidade para a qual ele escreve, que não tem preço. 
Isso sem contar o que ele pode ganhar em anúncios.

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