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Mostrando postagens de Setembro, 2009

6 maneiras de fazer a mesma coisa, o que é considerado boas práticas?

As vezes tem tantas maneiras diferentes de fazer o mesmo código que nós ficamos na dúvida quanto a qual maneira usar. O que seria considerado "boa prática" pela comunidade e o que sua equipe entenderia melhor. Suponhamos que você esteja trabalhando dentro de um método de um Domain Service chamado UmDomainServiceChique(objetoDoDominio) que será chamado por uma API.Você tem uma regra de negócio chique para ser verificada que por enquanto chamarei de VerificaMinhaRegraChiqueComplexa().Você chama UmDomainServiceChique(objetoDoDominio) e caso VerificaMinhaRegraChiqueComplexa() retorne true você vai querer que UmDomainServiceChique faça o que tem que fazer e a api retornar Ok 200, caso contrário você quer que a API responda um erro qualquer, tipo BadRequest, e retornar uma mensagem dizendo que VerificaMinhaRegraChiqueComplexa deu ruim. Eu vejo 6 maneiras de fazer isso, gostaria de saber a opinião de outrs devs sobre qual seria a maneira menos gambiarrística de fazer:1) se Ver…

Por que Delphi?

Antes de ser um texto apaixonado de um fanboy qualquer de uma tecnologia qualquer, isso é um texto explicativo do básico do básico sobre
linguagens de programação e compiladores.



Muitas pessoas confundem erroneamente uma linguagem de programação com o seu compilador e com a IDE em que se programa, caso houver uma. Muitas pessoas também confundem
o fato de uma linguagem ser "compilada" ou "interpretada" por um outro sistema como uma limitação da linguagem em si.



O que deve ficar claro para qualquer programador, iniciante ou experiente, é que a linguagem é a parte mais abstrata e flexível do ato de programar em si.



Uma linguagem de programação, assim como a linguagem natural nativa de um povo ou civilização qualquer, não passa de um conjunto de simbolos, grupos de simbolos, palavras
e regras gramaticais para interligação e relacionamento entre esses simbolos.



Mais do que isso, uma linguagem, seja nas artes, nas exatas ou em qualquer campo…

O dilema do envio de e-mail

Hoje em dia um sistema enviar um e-mail automático é não só comum como uma necessidade. Sistemas enviam e-mails automáticos para usuarios que se cadastram num sistema, enviam login e senha para quem esqueceu, enviam as ofertas da semana e uma infinidade de eventos que acontecem em sistemas online.
Mas não são apenas os sistemas web como e-commerce ou sites de rede social, mas ERP's, CRM, SCM e HRM também enviam e-mails. Pipelines de produção avisam gerentes quando uma variável atingiu um valor crítico ou exige atenção. Por exemplo, quando um determinado produto ou insumo no estoque atinge um determinado nivel, o responsável recebe um e-mail, e , as vezes, o fornecedor também recebe um e-mail com a proposta de compra.
Programas de monitoria de rede, de segurança etc enviam e-amils.
Enfim, as aplicações precisam enviar e-mails para os mais diversos fins. Cada linguagem tem a sua maneira e a sua peculiaridade. Mas o que é necessário para enviar um e-mail?
Pasmem, embora o spam seja …